UMA MULHER DE ORAÇÃO

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RIO DE JANEIRO, RJ, Brazil

Colossenses 4:2

Perseverai em oração, velando nela com ação de graças;

Provérbios 15:29

O SENHOR está longe dos ímpios, mas a oração dos justos escutará.

Atos 1:14

Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos.

Romanos 12:12

Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração;

Salmos 5:3

Pela manhã ouvirás a minha voz, ó SENHOR; pela manhã apresentarei a ti a minha oração, e vigiarei.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

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PARA VOCE AMIGA! NESTE LINDO DIA!

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Fé não é acreditar ...


Fé não é acreditar sem provas, é confiar sem reservas — confiança em um Deus que Se mostrou digno dessa confiança.” 


O muro e a bíblia

Na Itália, certo pedreiro levantava o muro de uma linda casa, recém-construída, quando foi interrompido por uma mulher que, gentilmente, lhe oferecia um livro. O livro era um exemplar da Bíblia Sagrada. A mulher era uma humilde missionária.

Examinando, displicentemente, o volume, o operário não relevou o menor interesse em possuí-Lo. Estava preocupado com outras coisas. Não lhe sobrava tempo para leitura que se lhe apresentava tão insulsa, muito pouco ou nada atraente.
Mas a insistência da missionária foi tal que o pedreiro acabou aceitando o oferecimento. E, pegando a Bíblia, assim que a colportora se despediu, colocou-a num dos vãos abertos do muro, entre as pedras, fazendo-a desaparecer, coberta pelo reboco. Rindo da façanha, o irreverente trabalhador prosseguiu em sua obra que foi concluída, logo a seguir.
Muitos anos depois, aquela aldeia italiana foi sacudida por violento tremor de terra, e muitas casas desmoronaram-se, fragorosamente. Entre as ruínas, porém, mantinha-se em pé, embora bastante abalado, um velho muro. Urgia derruba-lo de uma vez, pois que estava oferecendo perigo iminente aos que passavam.
Munido de suas ferramentas, um outro trabalhador, dirigindo-se aquele muro condenado, disse: "Vou colocá-lo abaixo. Talvez encontre um tesouro escondido nele".
Em certa altura da demolição, o operário descobriu escondido entre as pedras, maravilhosamente preservado, um Livro. Era aquela mesma Bíblia que, anos antes, havia sido posta ali, pelo operário que levantara aquele muro.
Apropriando-se do singular achado, o modesto demolidor de paredes levou-o para casa. Sentindo a beleza de sua leitura, passou a reunir, diariamente, a família para ouvir ensinos tão preciosos. E a Bíblia, sozinha, começou a cumprir a gloriosa missão de transformar aqueles corações, modificando aquele lar...
Tudo porque um homem, nos escombros de um muro arruinado, encontrará o maior tesouro da terra! A Palavra de Deus, a Bíblia.

Que Deus te abençoe!


Os pessimistas

Certa vez, um poderoso rei, para comemorar o aniversário de seu amado filho, resolveu fazer uma grande festa para todos os seus súditos.
 Entre as muitas atrações do evento, havia um desafio que a todos interessou: era "a escalada ao poste".
 No alto de um gigantesco mastro havia uma cesta repleta de ouro e de comida.
 Aquele que conseguisse alcançar o topo daquele poste poderia se deliciar com a comida e pegar para si todo o ouro.
 Muitos dos que estavam presentes, pretendiam participar daquele desafio.
 Quando o rei autorizou, foi dado início à prova.
 O primeiro a participar foi um rapaz alto e forte.
 Ele tomou uma distância curtíssima e começou a subir no poste.
 Não chegara nem à metade, quando, cansado e irritado, desistiu.
Enquanto descia, dizia que o poste era alto demais e que não havia nenhuma possibilidade de que alguém alcançasse o prêmio.
Blasfemava baixinho para que seus queixumes não fossem ouvidos pelo rei, mas sugeriu àqueles que se aproximavam dele que não tentassem, a fim de que o rei se visse obrigado a diminuir o tamanho do mastro.
Alguns súditos, influenciados pelas palavras do jovem, sentiram-se decepcionados com o rei e foram embora cabisbaixos e choramingando.
Outros proferiram contra o rei palavras de desapontamento.
De repente, porém, do meio da multidão surgiu um garotinho muito magro e de aparência franzina.
Tomou distância, aproveitando o tumulto criado pelo jovem rapaz que o antecedera, e, correndo como o vento, iniciou sua subida no mastro.
Na primeira tentativa não teve êxito.
Quando se preparava para tentar novamente, as pessoas ao redor gritavam: "desista! Desista!"
Mesmo assim ele persistiu. Parecia mais convicto do que da primeira vez. Afastou-se e, com energia, agarrava-se ao mastro, ganhando altura com muito empenho.
Minutos depois, após ter realizado indescritível esforço, o garoto, diante do olhar admirado de todos, atingiu o topo e a cesta repleta de ouro e comida.
Alguns o aplaudiram; outros, incrédulos, comentavam a proeza.
O rei, admirado pela determinação do vencedor, imediatamente foi procurar o pai do garoto para buscar uma explicação sobre o ocorrido.
"Meu senhor, como pôde esse menino, tão pequeno e fraco, alcançar um objetivo tão difícil, enquanto todos o instigavam a desistir?" - questionou curioso o soberano.
Sorrindo, com o filho nos braços, o pai esclareceu: "duas coisas motivaram o meu filho a agir da forma como agiu: a primeira é a fome, porque há dias o pobre não come nada. E a segunda é porque ele é surdo, e não ouviu nenhuma das palavras desencorajadoras que lhe foram dirigidas."

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Muitas são as razões que podem nos motivar a buscar nossos objetivos.
Algumas delas são nobres e dignas, outras emergenciais e até mesmo casuais.
Em verdade, o mais importante é que tenhamos metas definidas e firme disposição para persistir sempre.
Distinguir as palavras de orientação das palavras de desestímulo nem sempre é tarefa fácil.
Usemos, portanto, o bom senso e o discernimento para saber insistir no que realmente vale a pena, sem nos deixar acovardar pelos discursos pessimistas


Já destes teu melhor hoje ?

Já reparou como sempre "damos o nosso pior" pra ajudar? Quando fazemos um pouco além do "limite" (por nós estabelecido) e cremos que já está "mais ou menos bom" nos sentimos o máximo! Inclusive há àqueles que pensam que não se pode ajudar muito mesmo, porque senão "fulano" acostuma, ou senão "beltrano" não dá valor nas coisas. Queremos satisfazer-nos com esse "dom" de querer ensinar na marra às pessoas a darem valor nas coisas com nossa mísera ajuda.

Quando separamos roupas pra doar, são elas as mais velhas, do tempo da vovó ou furadinhas. Sapatos então nem se fala! São àqueles com a sola descolada, sem palmilha, com o salto todo arranhado e/ou sem cadarço. Com todo este "amor" pela obra social, ainda dizemos: - Só tem que consertar aqui, acolá, ali, etc. Não temos a capacidade de comprar um sapato novo, uma blusa nova ou doar algo literalmente novo para os que necessitam.

Nós somos egoístas! Cristãos com vendas nos olhos. Tão preocupados com nosso dia-à-dia que mal vemos aquele mendigo na porta de nosso trabalho. Não vemos aquela criança vendendo bala no semáforo e se por um acaso vemos, fechamos o vidro e fazemos o comentario: "Vê se isso tem idade pra trabalhar"!

Somos mesquinhos, reclamamos de nosso presente, mas não fizemos nada no passado que nos garantisse um bom presente, e se continuarmos assim podemos ter certeza de que o futuro não será diferente.

A bíblia nos ensina a "fazer aos demais tudo aquilo que queríamos que fizessem por nós". Não é o que eles nos fazem, e sim o "que quereis" que vos façam. Sabe aquele presente que você gostaria de ganhar? Então, exatamente isso! Conceder à alguém a felicidade de "ganhar" aquilo que sonhou, desejou e planejou ter.

Vemos uma pessoa necessitada e logo pensamos, "a igreja deveria ajudar"! Literalmente ( irresponsavelmente) nos excluímos do corpo de Cristo, da igreja do Senhor, e falamos como uma terceira pessoa, totalmente alheia àquele diálogo. Mas devemos ter cuidado, pois quem atua assim acaba se tornando um peso morto, uma perna quebrada, um braço ferido, um olho de vidro no corpo de Cristo.

Somos uma geração egoísta, mesquinha, pobre de humildade e rica em soberba e orgulho. Estou certa de que alguns crentes poderiam atravessar um rio à nado com um sonrisal na mão, e chegar do outro lado com o comprimido intacto. Engraçado? Nem tanto; seria cômico se não fosse trágico. Evangélicos que gastam com "marcha de Jesus", com shows, compram bíblias de R$ 900,00, um DVD e/ou cd de R$25,00 e doam "lixo" aos necessitados.

Deus é mesmo onisciente e já havia previsto que a misericórdia dEle se renovaria sobre nós a cada manhã, porque somos sempre negligentes com nossa própria família, com a sociedade e principalmente com o corpo de Cristo.

Mas não precisa ser assim. Não tem que ser assim. Um mundo melhor, depende de nós!


O tijolo

     Um jovem e bem sucedido executivo dirigia, em alta velocidade, sua nova Ferrari. De repente um tijolo surgiu e espatifou-se na porta lateral do carro.
Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo.
Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança, empurrando-a contra um
veículo estacionado e gritou:
- Por que isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo? Este é um carro novo e caro. Aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro!
Por que você fez isto?
Respondeu a criança:

- Por favor, senhor me desculpe, eu não sabia mais o que fazer! Implorou o pequeno menino.
- Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local!
Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros
estacionados dizendo:
- É meu irmão, ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e não consigo levantá-lo.
Soluçando, o menino perguntou ao executivo:
- O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas?
Ele está machucado e é muito pesado para mim.
Movido internamente para muito além das palavras, o jovem motorista, engolindo um
imenso nó, dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas.
Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.
A criança então agradeceu:

- Obrigado! E que Deus possa abençoá-lo!

O homem viu então o menino distanciar-se...
Empurrando o irmão em direção à casa...
Foi um longo caminho até a sua Ferrari...
Um longo e lento caminho de volta...

Ele nunca mais consertou a porta amassada.
Deixou-a assim para lembrar-se de não ir tão rápido pela vida, que alguém precisasse atirar um tijolo para obter a sua atenção...


moral: ..."preste atenção para os lados, sempre tem alguem que precisa de ajuda!


Entre no barco e enfrente a tempestade

            Durante um violento temporal na costa da Escócia fora lançado um possante veleiro, pela fúria do mar agitado, contra a praia rochosa. O forte vento e as altas ondas pareciam querer despedaçar o casco do navio. Os pescadores na praia reconheceram logo a situação crítica em que se achavam os tripulantes e foram em seu auxílio. 
A fúria do vento era semelhante a um bando de demónios que ameaçava destroçar tudo. O perigo era grande. Contudo, alguns homens destemidos entraram num barco e fizeram-se ao mar e conseguiram salvar a tripulação. Para espanto seu, quando se afastaram do veleiro náufragado, notaram que se tinham esquecido de resgatar um tripulante que se agarrava ao mastro. O desespero estampava-se no seu rosto. Mas, os remadores disseram: "Não podemos voltar e buscá-lo. Se o tentarmos, o nosso bote será arremessado contra as rochas e feito em pedaços pela violência das ondas e todos pereceremos." 
Deixaram o jovem sobre o veleiro e rumaram em direção à terra. Quando chegaram à praia, aproximou-se deles um jovem robusto e disse: "Se alguém me acompanhar irei buscar aquele náufrago." A sua mãe, que se achava ao seu lado, abraçou-o carinhosamente e disse: "Meu filho, não deves ir. Lembra-te do teu pai, que também era marinheiro, e pereceu num temporal como este. E, há 8 anos, também o teu irmão Guilherme foi ao mar, e nada mais ouvimos dele. Sem dúvida, ele também morreu num naufrágio. Se tu fores agora e perecer, o que farei eu? Já sou velha e pobre. Tu és o meu arrimo, eu rogo-te que não vás." 
Ele, amorosamente, soltou o braço da mãe e respondeu: "Mamã, ali fora um homem está em perigo. Creio que é o meu dever salvá-lo. Se eu perecer cumprindo o meu dever, Deus há- de cuidar de si." E, beijando-lhe a querida face, embora pálida e enrugada, embarcou no bote, juntamente com o seu companheiro, e partiram no meio da veemência do temporal. 
Os que ficaram na praia ansiosamente esperaram longo tempo, com os olhos fitos no veleiro que devagar se ia afundando. Anelavam a volta do barco. Enfim, o avistaram quando ainda vinha muito distante, lançado de um lado para o outro pelas violentas ondas. Já cansados e quase exaustos, os dois homens, lutavam de forma heroica para trazer o barco para terra. Quando já estavam tão próximos que podiam ser ouvidos, os que estavam em terra perguntaram: "Vocês puderam salvar o homem?" 
O jovem que tinha partido para salvar o homem, levando as mãos à boca exclamou: "Sim, digam à minha mãe que encontrei o meu irmão Guilherme." Havia somente uma alma a ser posta a salvo, e esse homem do veleiro náufrago que se afundou no mar era o seu próprio irmão, que por longo tempo foi dado como perdido. 
Condições semelhantes há em tomo de nós. Por toda a parte há almas a perecer, que ainda se apegam a alguma coisa terrena, a qual logo lhes será arrancada pelo próximo embate da tempestade. Estas almas são nossos irmãos perdidos. O nosso dever é salvá-los, mesmo com risco da nossa vida terrestre. Milhares de almas andam sem rumo definido e serão finalmente arrastadas pelo poder do pecado. O plano divino é salvar os homens por intermédio de homens. Deus conta consigo e comigo! 


A ida de Bill à igreja



           Seu nome é Bill. Ele tem o cabelo rebelde, veste uma camisa esburacada, jeans, e nenhum sapato. Este foi, literalmente, seu guarda-roupa durante todos os quatro anos da faculdade. Ele é um tipo de pessoa privada e muito, muito brilhante. Ele tornou-se um Cristão enquanto frequentava a faculdade. Do outro lado do campus tem uma igreja. Os membros daquela igreja são todos bem-vestidos e muito conservadores. Eles querem desenvolver um ministério para os estudantes mas não tem certeza de como é que vão fazer isso.

Um dia um estudante chamado Bill decidiu visitar aquela igreja. Ele vestindo seu jeans, sua camisa, seu cabelo rebelde, e completamente descalço começa a descer pelo corredor central da igreja procurando um assento disponível para sentar. A igreja está completamente lotada, portanto ele não consegue achar nenhum lugar livre. Os membros olham pra ele e se sentem incomodados com a sua presença, mas ninguém fala nada. Bill se aproxima cada vez mais do púlpito, e quando ele realmente o alcança ele percebe que não há nenhum lugar vazio, então ele simplesmente senta no chão.

Até agora, os membros da igreja estam realmente nervosos com as ações daquele jovem desarrumado e a tensão cobre o ar. Então, vem de trás da igreja, um diácono com seus cabelos cinza-prateados, de terno, e um relógio de bolso, um homem religioso, muito bonito, muito digno, muito elegante. Ele caminha com a ajuda de uma bengala, e de cabeça baixa ele desce até o altar em direção a Bill. Todo olhar está voltado pra ele e todos os membros estam sussurando uns para os outros, ele irá cuidar daquele jovem rude e você não pode culpá-lo pelo que ele vai fazer.

Como você pode esperar que um homem daquela idade e experiência possa entender e tolerar uma criança imprudente da faculdade sentada no chão de sua igreja durante o serviço? Demora um longo tempo para que o homem idoso consiga descer completamente o corredor onde Bill está sentado. Todos os olhos estavam focados nele. A igreja estava inteiramente em silêncio. O ministro não pode sequer começar a pregação até que o diácono fizesse o que ele tinha que fazer. Quando ele chegou à frente da igreja, onde Bill estava sentado, a congregação o observava atentamente e ficou completamente chocada quando ele, com grande dificuldade, por causa de sua idade, se abaixou e sentou no chão próximo de Bill para que ele não ficasse ali sentado sozinho.

Quando o ministro recuperou o controle sobre si mesmo, ele falou para a congregação,"O que irei pregar a vocês, vocês provavelmente não lembrarão depois. Mas o que vocês acabaram de ver, vocês nunca mais irão esquecer".

Autor desconhecido


Não troque Deus por um prato de lentilhas

Esaú e Jacó. Dois irmãos, dois jovens como eu e você. Com seus desejos, seus sonhos, seus anseios. Suas preocupações, suas lutas, suas dores. Buscando ser alguém na vida. Correndo atrás dos seus sonhos, lutando pelos seus objetivos, vivendo. Como eu e você.

“Um dia, quando Jacó estava cozinhando um ensopado, Esaú chegou do campo, muito cansado, e foi dizendo: -Estou morrendo de fome. Por favor, me deixe comer dessa coisa vermelha aí (Por isso puseram em Esaú o nome de Edom.). Jacó respondeu: -Sim, eu deixo; mas só se você passar para mim os seus direitos de filho mais velho. Esaú disse: -Está bem. Eu estou quase morrendo; que valor têm para mim esses direitos de filho mais velho? -Então jure primeiro-disse Jacó. Esaú fez um juramento e assim passou a Jacó os seus direitos de filho mais velho. Aí Jacó lhe deu pão e o ensopado de lentilhas. Quando Esaú acabou de comer e de beber, levantou-se e foi embora. Foi assim que ele desprezou os seus direitos de filho mais velho.” Gênesis 25. 29-34

Já tinha lido essa passagem algumas vezes, mas alguns dias atrás, Deus me chamou a atenção para uma coisa: o quanto nós somos Esaús!

Como assim?
Trocamos nossa herança por um prato de lentinhas!

Você está há algum tempo esperando algo. Você decide se guardar, guardar seu coração, começar a viver em santidade. Parar de pecar, de fazer as coisas erradas. Você faz um propósito diante de Deus, começa a levar a Palavra Dele a sério, começa a orar, jejuar.
Você se coloca diante de Deus e consegue, 1 dia, 2 dias, vencer e lutar contra aqueles pecados. Começa a abandonar seus vícios. Se arrepende daqueles pecados que sabe que machucam tanto a Deus.
Mas então, em um segundo, você troca tudo isso, por alguns minutos de um bom guisado de lentilhas. Você troca sua santidade, suas convicções, seus valores, por APENAS um prato de lentilhas.

Afinal, é só um prato de lentilhas mesmo! É só um beijo, é só uma mentira, é só uma vez, é só um gole, é só uma experimentada, é só uma transa, só uma noite, só um dia, é só…


É só uma vez, mas por essa uma vez, você coloca tudo a perder!

O inimigo te apresenta o prato. Ele sabe que você está com fome. Ele te apresenta aquilo que mexe com você. Ele não te apresenta aquilo que você nem gosta, mas sim, aquilo que você gosta! Aquele pecado que você tá lutando contra, e já venceu tantas vezes, de repente chega num prato tão lindo, com um cheiro tão bom, uma aparência tão boa, que você é tentado a pensar: é só uma vez!

Esaú colocou tudo a perder por apenas um prato de lentilhas!

Vale a pena? Vale a pena trocar tudo o que você já conquistou até aqui, por alguns segundos de prazer e satisfação?

Você quer colocar tudo a perder, por apenas um prato de lentilhas?

Santidade não é moda, é um estilo de vida!

E o desafio que quero lançar é esse: reflita nessa frase ai acima. E nessa semana (e pelo resto de sua vida) toda vez que alguém pedir para que você troque sua santidade, sua vida com Deus, sua fé, por um prato de lentilhas, diga não. Não troque Deus por um “apenas uma vez”.